Atuando de forma criminosa o glifosato é o inimigo do seu cérebro. Neste trecho do livro A dieta da mente para vida, você pode ter um estalo para se aprofundar mais no assunto, e como eu, buscar uma proteção tomando mais cuidado com o que ingerimos.

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O glifosato é um veneno como nenhum outro, tóxico para o intestino e que atinge o cérebro.

Muitos dos efeitos adversos do glifosato podem ser constatados em doses baixíssimas, o que contraria a ideia de que haveria algum nível seguro de exposição. Daria para escrever um livro inteiro sobre as questões políticas e os efeitos biológicos do glifosato. Mas, por enquanto, vou citar apenas as maiores preocupações no que diz respeito à saúde humana.

O glifosato:

• atua como um poderoso antibiótico, massacrando bactérias benéficas do intestino e rompendo, dessa forma, o equilíbrio saudável de seu microbioma;

• mimetiza hormônios como o estrogênio, provocando ou estimulando a formação de tumores cancerosos sensíveis a hormônios;

• prejudica a ação da vitamina D, que tem um papel importante na fisiologia humana;

• reduz os níveis de substâncias cruciais como ferro, cobalto, molibdênio e cobre;

• compromete a capacidade de eliminar toxinas;

• prejudica a síntese do triptofano e da tirosina, aminoácidos importantes na produção de proteínas e neurotransmissores.

Não me surpreenderia nem um pouco se em breve fosse revelado que a epidemia de obesidade pode, pelo menos em parte, ser atribuída ao uso indiscriminado de glifosato e ao consumo de transgênicos, em razão de seus efeitos químicos sobre a saúde do intestino e o microbioma. Nunca é bastante ressaltar a importância de evitar alimentos que tiveram contato com o glifosato. E ele pode ser encontrado nos lugares mais improváveis. Em 2015, por exemplo, foi detectado na fórmula PediaSure Enteral, amplamente administrada em hospitais americanos a crianças sob terapia intensiva que necessitam de nutrição. É também usado na indústria vitivinícola e foi encontrado até em produtos sanitários, por ser usado na indústria do algodão.

É preciso que nos ergamos em protesto contra essa experiência inaceitável. Enquanto o glifosato não é proibido, devemos dar prioridade a produtos orgânicos, alimentos à base de animais criados no pasto e a produtos comprovadamente livres de transgênicos.

Já foi criado um exame de urina que mede o glifosato. Não seria má ideia realizar um exame desses.» (A dieta da mente para a vida, Perlmutter Dr. David, Fontenelle André, Loberg Kristin). Lev Saraiva

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