Como escapar da armadilha das fraldas para fisgar pais vulneráveis!

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“E qual é o maior acontecimento na vida da maioria das pessoas?”

Uma pergunta fácil de responder…

É o nascimento de um filho. Pelo menos para mim foi o acontecimento mais importante da minha vida. Aliás, dois, pois tanto com Maria Clara, quanto com Maria Carolina, o sentimento é o mais sublime possível. E é difícil de descrever. Só tendo a oportunidade de ser pai e mãe para entender o que estou dizendo. Então fica fácil responder a pergunta retirada do livro “O PODER DO HÁBITO, de Charles Duhigg, o qual tive o prazer de ler e quero compartilhar com vocês.

Gostaria de esclarecer também que não são apenas minhas percepções, mas técnicas claras e utilizadas de forma velada o tempo todo pela industria do varejo, principalmente.

O nascimento de um filho pode ser acontecimento programado, de surpresa, ou de qualquer outra forma, mas sempre vem junto com sentimentos intensos e caminhos novos a serem seguidos. É um momento mágico e único.

Então você pensa que só você está vivendo aquilo, mas não.

Agora está lançada a isca e basta as emoções começarem a dar lugar a razão para que uma industria da “pesca” comece a atuar de forma demolidora. isto mesmo. É o comércio de fraldas, mas que não quer só vender fraldas. É o comércio atrás do consumidor perfeito. E o consumidor perfeito é o vulnerável, e o vulnerável torna-se impulsivo . Então a combinação perfeita é : pais grávidos ou com bebês + vulnerabilidade + impulsividade = comprar tudo por facilidade.

Você já parou para pensar porque tantos anúncios de fraldas na tv? Lojas que nem são líderes no setor, lojas de eletrônicos, farmácias, entre outras, atacam com a isca das fraldas.

Sabe porque?

Porque neste momento, onde estamos focados em fazer todo o bem para nosso novo integrante da família, tudo parece ser menos importante do que viver o máximo para tornar o ambiente favorável para todos. Estamos mais vulneráveis as intervenções dos marqueteiros que encontraram neste momento o tempo perfeito para atacar.

Passamos a ser mais flexíveis, mais emotivos e a razão fica um pouco de lado. Tudo parece ter um tom diferente e o clima é que tudo concorre para o nosso bem e de nosso bebê. Então passamos a ter hábitos de compra cambiantes. Compramos tudo que tiver pela frente, mas que nem tem haver com o real motivo pelo qual que saímos de casa naquele dia para comprar.

Passamos a admirar o tempo com eles e a poupar energia comprando facilidades. Entramos numa farmácia, por exemplo para comprar fraldas e acabamos levando aquele barbeador, ou aquele remédio para dor de cabeça ou gripe. vai que eu fique doente e precise sair novamente? Então é melhor prevenir e comprar logo. Vai que não dê tempo de passar na padaria….Vou levar logo pão daqui deste supermercado. percebeu?

Entramos num supermercado e no caminho para as fraldas, acabamos levando aquele suco, queijo, pão e outros produtos só para aproveitar a viagem.

Veja o que disse Pole, da empresa Target: “Assim que conseguimos fazer com que eles comprem fraldas de nós, começam a comprar todo o resto também” – ” Se você está cruzando a loja com pressa, procurando mamadeiras, e passa pelo suco de laranja, vai pegar uma caixa. Oh, e olha aqui esse novo DVD que eu quero. Em pouco tempo, você está comprando cereal matinal e toalhas de papel de nós, e vai continuar voltando,”

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Para finalizar, antes de cair na armadilha das fraldas, segue aqui cinco dicas para que você possa se proteger melhor contra tudo isto:

  1. Compre sempre um grande estoque de fraldas para seu filho, sempre que possível,  evitando assim várias idas ao supermercado.
  2. Pesquise fraldas em comércio eletrônico onde você possa receber em casa, evitando assim cair nas armadilhas ao ter que sair para comprar em uma farmácia, por exemplo.
  3. Evite ir ao supermercado com fome. Acabamos sempre comprando o que não precisamos.
  4. Prefira comprar a dinheiro e leve a conta para comprar as fraldas, quando precisar repô-las. Não deixando margem para gastar com outros supérfluos.
  5. Por último, peça sempre o favor de algum parente que esteja indo ao supermercado e aproveite a viagem dele para comprar as fraldas. Assim ele só comprará para você realmente o que precisa….fraldas!

 

Luciano de Santa Clara

 

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Fast-Food é um bom ou mau hábito?

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O hábito pode ser bom ou ruim, dependendo dos resultados que eles trazem para nossa vida. É importante perceber que o hábito é um “artifício” inteligente de sobrevivência, onde nosso cérebro para conservar energia, aloca aquelas atividades que fazemos quase sem pensar, isto mesmo, sem pensar!

Ele não pára para se conectar diretamente à estas atividades, mas as faz de forma automática e muitas vezes nos pegamos realizando sem perceber.

E para quebrar os que nos prejudicam, é importante escolher aquilo que vai trazer um benefício real e dele conseguir retirar uma recompensa palpável. Porque o cérebro trabalha com recompensas e se o que você vai oferecer a ele não tem uma recompensa mais atrativa do que, por exemplo, a de comer um hamburger com Coca, ele vai escolher este último, claro. Justamente porque a recompensa de um sanduíche é rápida.

Persista e escolha o que você quer. Não perca o comando de si próprio!

“Pense no fast-food, por exemplo. Faz sentido — quando as crianças estão morrendo de fome e você está dirigindo para casa depois de um longo dia — parar, só esta vez, no McDonald’s ou no Burger King. As refeições não são caras. O sabor é tão bom. Afinal, uma única dose de carne processada, batatas fritas salgadas e refrigerante cheio de açúcar representa um risco relativamente pequeno para a saúde, certo? Você não faz isso o tempo todo.

Porém os hábitos surgem sem a nossa permissão. Estudos indicam que em geral as famílias não pretendem comer fast-food regularmente. O que acontece é que um padrão de uma vez por mês lentamente se torna uma vez por semana, e então duas vezes por semana — conforme as deixas e recompensas criam um hábito — até que as crianças estão consumindo uma quantidade de hambúrgueres e fritas que é prejudicial à saúde. Quando pesquisadores da Universidade do Norte do Texas e de Yale tentaram entender por que as famílias gradualmente aumentavam o consumo de fast-food, encontraram uma série de deixas e recompensas que a maioria dos consumidores nunca soube que estava influenciando seu comportamento. Eles descobriram o loop do hábito.

Todo McDonald’s, por exemplo, possui a mesma aparência — a empresa deliberadamente tenta padronizar a arquitetura das lanchonetes e o que os funcionários dizem aos clientes, de modo que tudo seja uma deixa consistente para desencadear rotinas de compra. Em algumas redes, os alimentos são especificamente concebidos para proporcionar recompensas imediatas — as batatas fritas, por exemplo, são projetadas para começar a se desintegrar no momento em que encostam na sua língua, para fornecer uma dose de sal e gordura o mais rápido possível, ativando seus centros de prazer e prendendo seu cérebro no padrão. Muito melhor para estreitar o loop do hábito.

No entanto, mesmo esses hábitos são delicados. Quando uma lanchonete de fast-food fecha, as famílias que antes comiam lá muitas vezes passam a jantar em casa, em vez de procurar um lugar alternativo. Mesmo pequenas alterações podem acabar com o padrão. Mas já que frequentemente não reconhecemos estes loops de hábitos enquanto crescem, não enxergamos nossa capacidade de controlá-los. Aprendendo a observar as deixas e recompensas, no entanto, podemos mudar as rotinas.» (O poder do hábito, Mantovani Rafael, Duhigg Charles).

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Os melhores insights do livro Como fazer amigos e influenciar pessoas de Dale Carnegie

1) Não fale mal de ninguém!

“Benjamin Franklin, um tanto descontrolado na sua juventude, tornou-se tão diplomata, tão hábil no lidar com as pessoas, que foi nomeado embaixador americano na França. O segredo do seu sucesso? “Não falarei mal de nenhum homem”, disse ele, e “falarei tudo de bom que souber de cada pessoa.”

2) Não seja um bajulador!

“Por certo que a bajulação raramente produz efeito com gente de discernimento. É frívola, egoísta e insincera. Deve falhar e constantemente acontece isso. Muitas pessoas se consideram tão famintas, tão sedentas por apreciação, que aceitam qualquer coisa, do mesmo modo que o homem que está morrendo de fome come até capim e minhocas.”

3) Tenha medo dos bajuladores!

“do general Obregon: “Não tenha medo dos inimigos que o atacam. Tenha medo dos amigos que o bajulam.”

4) Caminhe da melhor forma!

“Passarei por este caminho uma só vez; por isso, se existe qualquer bem ou gesto de bondade que eu possa fazer em benefício do ser humano, que eu faça já. Que eu não o adie ou negligencie, pois por aqui jamais passarei.”

5) Elogie sinceramente!

“Seja “sincero na sua aprovação e pródigo no seu elogio” e as pessoas prezarão suas palavras, guardando-as e repetindo-as durante toda a vida repetindo-as anos depois, quando você já as tiver esquecido.”

6) Influencie!

“Assim, o único meio existente na terra para influenciar uma pessoa é falar sobre o que ela quer e mostrar-lhe como realizar o seu intento. Lembre-se disso amanhã, quando estiver procurando conseguir que alguém faça uma determinada coisa. Se, por exemplo, não quiser que o seu filho fume, não lhe pregue sermões, e não fale sobre o seu desejo, mostre-lhe, porém, que os cigarros diminuem as suas possibilidades no futebol ou de vitória na corrida de cem metros.”

7) Pergunte-se antes de tentar persuadir!

“Amanhã, você quer persuadir alguém a fazer alguma coisa? Antes de abordar o assunto, faça a si mesmo a pergunta: “Como poderei fazer com que ele queira isto?”

8) Veja as coisas por outro ângulo!

“Se há algum segredo de sucesso”, disse Henry Ford, “ele consiste na habilidade de apreender o ponto de vista da outra pessoa e ver as coisas tão bem pelo ângulo dela como pelo seu”

9) Deixe o outro se autoexpressar

“William Winter frisou certa vez que “a autoexpressão é uma necessidade dominante da natureza humana”. Por que nós não podemos empregar a mesma psicologia nos negócios? Quando temos uma ideia brilhante, em vez de apresentá-la a outra pessoa como nossa, por que não a deixamos “cozinhar e misturar” a ideia? Essa pessoa vai encará-la como sendo dela mesma; gostará e comerá dois pratos da nossa ideia.”

10) Resumo 1

“TÉCNICAS FUNDAMENTAIS PARA LIDAR COM AS PESSOAS

PRINCÍPIO 1: Não critique, não condene, não se queixe.

PRINCÍPIO 2: Aprecie honesta e sinceramente.

PRINCÍPIO 3: Desperte um forte desejo na outra pessoa.”

11) Tenha interesse verdadeiro

“É o indivíduo que não está interessado no seu semelhante quem tem as maiores dificuldades na vida e causa os maiores males aos outros. É entre tais indivíduos que se verificam todos os fracassos humanos.”

12) Chame sempre pelo nome!

“Jim Farley cedo verificou que a pessoa comum é mais interessada no seu próprio nome do que em todos os outros nomes da terra juntos. Lembre-se do nome, chame-o facilmente e terá prestado a qualquer pessoa um sutil e muito eficiente cumprimento. Mas esquecê-lo ou chamá-lo por nome diferente é colocar-se numa grande desvantagem.”

13) Não busque desculpas

“A maioria das pessoas se esquece dos nomes pela simples razão de não dedicar a esse exercício o tempo e a energia necessários para concentrar, repetir e gravar indelevelmente os nomes na memória. Quase todos dão a desculpa de que são muito ocupados.”

14) Destaque o indivíduo singularmente

“Devemos atentar para a mágica que existe num nome e compreender que esse singular elemento pertence exclusivamente à pessoa com quem estamos lidando… e a ninguém mais. O nome destaca a singularidade do indivíduo, tornando-o único entre a multidão. A informação que comunicamos e a solicitação que fazemos em determinada situação assumem uma importância especial quando mantemos vivo em nossa mente o nome do indivíduo. Da garçonete ao diretor, o nome exercerá um efeito mágico enquanto lidamos com as pessoas.”

15) Resumo 2

“PRINCÍPIOS PARA TORNAR-SE UMA
PESSOA MAIS AMIGÁVEL

PRINCÍPIO 1: Torne-se verdadeiramente interessado na outra pessoa.

PRINCÍPIO 2: Sorria.

PRINCÍPIO 3: Lembre-se que o nome de uma pessoa é para ela o som mais doce e importante que existe em qualquer idioma.

PRINCÍPIO 4: Seja um bom ouvinte. Incentive as pessoas a falarem sobre elas mesmas.

PRINCÍPIO 5: Fale de coisas que interessem à outra pessoa.

PRINCÍPIO 6: Faça a outra pessoa sentir-se importante e faça-o com sinceridade.”

16) Não se inflame!

“Quando você discute, inflama-se e se contradiz, você pode, algumas vezes, conseguir uma vitória; mas será uma vitória sem proveito, porque nunca contará com a boa vontade do seu oponente”.”

17) Não queira ganhar todas as discussões

“Você pode estar certo, morrer certo, como se apressou a provar no correr da discussão, mas estará tão longe de mudar o pensamento em que a outra parte está interessada que provavelmente será tão ineficaz quanto seria se estivesse errado.”

18) Acolha a divergência

“Acolha a divergência. Lembre-se do lema: quando dois sócios concordam sempre, um deles é desnecessário. Se existe alguma questão sobre a qual você não havia pensado antes, agradeça se alguém chamar a sua atenção para ela. Talvez esse discordância seja sua oportunidade de se corrigir antes de cometer um erro grave.”

19) Desconfie de sua primeira impressão instintiva

“Desconfie de sua primeira impressão instintiva. Nossa primeira reação espontânea numa situação desagradável é de nos colocarmos na defensiva. Seja cuidadoso. Mantenha a calma e preste atenção à sua primeira reação. Talvez seja o que há de pior, e não o de melhor, em você.”

20) Controle seus impulsos

“Controle seus impulsos. Lembre-se: você pode medir a grandeza de uma pessoa por aquilo que a deixa irritada.”

21) Ouça em primeiro lugar

“Ouça em primeiro lugar. Dê aos seus adversários a oportunidade de falar. Deixe-os terminar o que têm a dizer. Não resista, não se defenda nem debata. Essa atitude apenas levanta barreiras. Procure construir pontes que conduzam à compreensão. Não erga barreiras altas de desentendimento.”

22) Procure áreas de concordância!

“Procure áreas de concordância. Depois de ter ouvido o que seus adversários têm a dizer, primeiro reflita sobre os pontos e as áreas com os quais você concorda.”

23) Seja honesto!

“Seja honesto. Procure áreas nas quais poderá admitir que errou e assuma. Peça desculpas por seus erros. Essa atitude ajudará a desarmar seus adversários e reduzir suas defesas.”

24) Seja sincero!

“Prometa que pensará sobre as ideias de seus adversários e as estude cuidadosamente. E seja sincero. Seus adversários podem estar certos.”

25) Concorde em pontos colocados por eles

“Nesse estágio é bastante fácil concordar em pensar sobre os pontos colocados por eles, mais fácil do que adiantar-se apressadamente e colocar-se numa situação que propiciará aos seus oponentes dizerem: “Tentamos dizer-lhe isso, mas você não nos quis ouvir.”

26) Agradeça sinceramente

“Agradeça sinceramente aos seus adversários pelo interesse que eles demonstram. A pessoa que discorda de você está interessada nas mesmas questões que você. Pense nela como uma pessoa que realmente quer ajudá-lo e conseguirá transformar seus adversários em amigos.”

27) Repense o problema

“Adie a ação para dar tempo a ambas as partes de repensar o problema. Sugira que se realize um novo encontro mais tarde no dia, ou no dia seguinte, quando então todos os fatos poderão ser levantados para sustentar as opiniões.”

28) Ganhar ou perder?

“Meus adversários podem estar certos? Ou parcialmente certos? Existe alguma verdade ou valor na posição ou no argumento que adotam? Minha reação é adequada para resolver o problema ou apenas resultará em frustração? Minha reação fará meus adversários recuarem ou se aproximarem de mim? Minha reação ajudará a aumentar a estima que as pessoas têm por mim? Ganharei ou perderei? Que preço pagarei, caso venha a ganhar? Se eu descansar em relação a isso, a divergência desaparecerá? Será essa situação difícil uma ocasião favorável para mim?”

29) Não deixe que ninguém note!

“deseja provar alguma coisa, não deixe que ninguém note isto. Faça-o tão sutilmente, com tanta habilidade, que ninguém perceba o que você está fazendo. Isso foi sucintamente expresso pelo poeta Alexander Pope.”

30) O melhor não é o mais barato

“o melhor só acidentalmente pode ser o mais barato, e que não se pode esperar conseguir qualidade e bom gosto artístico em pechincha, e assim por diante.”

Com estas 30 pérolas retiradas deste maravilhoso livro, quero deixar uma mensagem de que a educação e qualificação é primordial para que possamos agir de forma diferente e gerar valor.

Acesse nosso WhatsApp (81) 98161-8181 e faça parte do nosso grupo de valor. Vamos gerar e multiplicar valores que podem mudar de verdade nossa forma de pensar.

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Educação & …

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A educação é um Valor inestimável e que nos torna cada vez mais livres intelectualmente. Por vezes um pouco angustiados pelo fato de perceber o que e onde está errado. A educação é um bem que precisa ser buscado e nunca negligenciado.

O sofrimento que hoje vemos em muitos lares e famílias, não raro, por falta de educação, poderia ser evitado com conversas e interações sadias entre os membros da família.  Não se pode trocar um abraço ou um beijo por um Emoji de WhatsApp.

A educação que reclamamos é também dever do Estado. Mas o principal agente dela no ceio da sua família é você. Não é papel da escola educar nossas crianças. Elas precisam de educação em casa para poderem ser agentes multiplicadores do bem. A escola tem o papel de lapidar e completar seu trabalho, e não fazer o que é seu dever de pai e de mãe.

E não é preciso ler milhões de livros para que se coloque em prática o amor necessário à educação. É sentando e brincando, respeitando e ouvido suas necessidades. Seu filho é uma criança, mas não “só uma criança” como ignorantemente adjetivamos de forma pejorativa sua condição de “ser”. Como vai no futuro criativa, se você pede para ela ficar quieta o tempo todo?….Solte isto….Não pegue aquilo….

Ela aprende pegando, brincando, caindo e levantando. Ela aprende com o exemplo e não com o que você diz ser exemplo. Ela aprende com a carga emocional que o ensinamento traz com ele.

O grande objetivo aqui é mostrar que a educação demanda trabalho, ação e não blá, blá, blá. Demanda amor e resiliência. Demanda tempo e o tempo todo.

“O grande objetivo da educação”, afirmou Herbert Spencer, “não é o saber, mas a ação”

Então arregasse as mangas e : Educação & AÇÃO!

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